05 janeiro, 2009

Fundação Abreu Callado

A Fundação Abreu Callado - Benavila - AVIS, editou um livro sobre o seu fundador,
Cosme de Campos Callado - O Homem e a Obra (1948 - 2008).
Pediram-me um pequeno texto que ilustrasse a apicultura da região, em tempos idos...

MelToon - 20


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Flora Apícola - Nespereira

Surge nos meses de Novembro e Dezembro e costuma dar uma boa ajuda, quando há abelhas por perto...

03 janeiro, 2009

INSECTOZOO - Cappas e Sousa


Um lugar extremamente interessante de visitar por quem se interessa por insectos, principalmente por insectos sociais.
Sempre que posso, invento uma desculpa para me deslocar a Vila Ruiva – Cuba, a seguir a Viana do Alentejo, para visitar o Pedro Cappas e Sousa. Um lugar agradável, uma quinta antiga adaptada a museu – zoológico.
Todos os insectos sociais e não só, lá se encontram: abelhas, formigas, vespas, meliponíneos, térmites,... etc. A primeira parte é dedicada aos meliponíneos, as famosas “abelhas sem ferrão” sobre as quais Cappas e Sousa antes escrevia na Revista “O Apicultor”. Insectos que o têm elevado inúmeras vezes à América do Sul, o local originário dos Meliponíneos, e onde faz investigação.

Contacto para visitas:
CAPPAS INSECTOZOO
Rua 5 de Outubro, 40
7940-456 Vila Ruiva – CUBA
Portugal
284 495 136
http://www.cappas-insectozoo.com.pt

Fig. 1 Os característicos “potes” de cerume onde os meliponíneos armazenam o mel. A “cresta” é feita com uma seringa, para retirar um mel muito líquido mas igualmente saboroso.
Já o alimento artificial, água açucarada, é também injectada com a seringa nos ditos potes.
Fig. 2 A mesma colónia da imagem anterior, zona de alvéolos de tamanho muito reduzido onde as “abelhas sem ferrão” fazem criação. Há uma nítida diferença de formato entre os alvéolos de criação e os de armazenamento de mel.
Fig. 3 “Colmeia” específica para albergar uma determinada variedade de meliponíneos, pintada com tinta vermelha. Originalmente, os insectos desta espécie eram criados em caixas pintadas com sangue obtido em sacrifícios para esse fim, feitos na antiga civilização Maia na América do Sul.
Fig. 4 Uma colmeia na “palma da mão”, que alberga outra espécie de meliponíneos de dimensões muito reduzidas, lembram mosquitos.
Fig. 5 Codex Maia, colecções de pictogramas pertencentes àquela antiga civilização e descodificados por Pedro Cappas e Sousa.

Outro dos destaques do Insectozoo são as colónias de formigas, desde sempre criadas pelo nosso anfitrião. Metros e metros de galerias com armazéns de sementes, cemitérios, maternidades e infantários de formigas, acessíveis através do vidro dos terrários.
Numa das salas podemos utilizar um curioso equipamento que nos permite “ver” e “sentir” o mundo tal como estes laboriosos insectos o fazem...

Fig. 6 Decoração de uma parede.
Fig. 7 e 8 Duas colónias de formigas.

Fig. 9 Uma gigantesca colónia de abelhas, constituída por um único favo de grandes dimensões fechado entre dois vidros. As abelhas têm acesso ao exterior por um tubo.
Fig. 10 Todo o ciclo de vida de uma obreira, representado por 21 espécimes conservados em formol em pequenos frascos.
Fig. 11 As baratas, outros “pequenos” insectos que nos acompanham no dia a dia. E se acham estas demasiado grandes vejam a próxima imagem...
Fig. 12 Barata gigante, que nem por sombras é das maiores...
Fig. 13 Estas mãos sim, já são as minhas, a embalar uma “maria café” da América do Sul, bichinho deveras simpático, igual aos que povoam os nossos bosques, só que... umas centenas de vezes maior. É um dos meus preferidos...

30 dezembro, 2008

Alimento Artificial de Inverno


Detesto fazer isto, mas tem mesmo de ser...
Não é por nada, apenas porque mete uma parte na cozinha, e cada vez que eu lá entro disparam uma série de alarmes e... normalmente com razão.
Depois tenho que “afinar” as proporções de nutrientes, os tempos no fogão, o ponto do açúcar, a viscosidade final e... pasmem-se: o número de orifícios ou cortes no saco “alimentador”, para não falar no trabalho que dá incorporar os componentes numa mistura tão viscosa.

O Porquê da Alimentação Artificial de Manutenção ou de Inverno?
A maioria das colmeias que possuo são do modelo “Lusitana”, e as reservas de mel chegam e sobram para os três ou quatro meses de frio. O pior são as reservas de pólen, apesar dos eucaliptais e de algum alecrim, a flora polinífera da zona é muito escassa no Inverno.
Por isso, durante os meses de Novembro/Dezembro, confecciono sempre o dito suplemento nutritivo, dito de manutenção, uma vez que pela pequena percentagem de humidade é muito diferente dos néctares naturais recolhidos pelas abelhas, e como tal não estimulam a postura da rainha nem o consequente desenvolvimento da colónia.
Seria desastrosa a ministração de alimentos muito líquidos nesta data, uma vez que tal facto levaria a aumentos exagerados de criação e a impossibilidade das abelhas alimentarem tantas “bocas” com tais condições climatéricas.

Ingredientes por colónia:
Pólen ....................... 100g
Mel ......................... 100g
Açúcar ...................... 150g

O Pólen é de facto o componente mais importante, a parte proteica tão necessária na estação fria. No entanto é importante torná-la apetecível para as abelhas, pelo que se deve misturar com mel e ou açúcar. As 100 gramas de pólen podiam ser substituídas, neste caso, por 200 gramas de farinha de soja ou 50 de levedura de cerveja, mas prefiro o pólen por todas as razões.
O açúcar em maior quantidade que o mel deve-se ao facto de ser mais barato, e por outro lado torna mais fácil o controlo da viscosidade da mistura.

Os Custo$
Pólen ...................... 3,50 €/Kg ......... 0,35 €/colmeia.
Açúcar ..................... 0,85 €/Kg ......... 0,13 €/colmeia.
Mel ........................ 2,35 €/Kg ......... 0,24 €/colmeia.

O que dá um total de 0,72 €/colmeia em nutrientes, assumido agora um custo de 0,28 €/colmeia em gás, água, combustíveis e no saco, custa aproximadamente 1,00 €/colmeia. Mas acreditem que este número se encontra sobrestimado.

Procedimento:
Esta é a parte mais polémica e susceptível à crítica, no entanto vou apenas descrever como habitualmente faço as coisas, nem sempre isentas de erros.

1º – Começo por colocar o açúcar numa panela ao fogão, com um mínimo de água, pouco mais de meio litro a um litro para cinco quilogramas de açúcar. Por vezes adiciono também uma colher de sopa, quase cheia de sal grosso.
Deixo ferver até que a mistura fique transparente, ou seja, até que o açúcar seja todo dissolvido.

2º - Em seguida apago o fogão, deixo arrefecer uns minutos e coloco o mel que normalmente está cristalizado. A temperatura do açúcar é suficiente para descristalizar o mel e homogeneizar a mistura. É bom que se vá mexendo tudo com uma colher para não perder a fluidez durante o arrefecimento.

3º – Coloco a panela dentro de um alguidar ou outro recipiente com água fria para acelerar o arrefecimento.
Nesta fase, costumo humedecer o pólen, em pó, num recipiente à parte, com um mínimo de água tépida, para facilitar a dissolução na mistura de mel com açúcar. Não sei se facilitará muito...

4º – Quando a temperatura da mistura de mel e açúcar desce para os 40 a 30ºC, adiciono “bolas” de pólen previamente humedecido, com a ajuda de uma colher de sopa. Coloco quatro ou cinco bolas de cada vez e depois com a ajuda de uma colher de pau dissolvo o melhor possível. À partida parece missão impossível, pois a mistura está muito concentrada, mas apertando os grumos de pólen contra a parede da panela e não parando de mexer, consegue-se homogeneizar tudo.

5º – Finalmente, ...nem calculam como a palavra “finalmente” me é cara neste episódio do alimento artificial, com a ajuda de uma concha ou caço/cace de sopa, coloco três a quatro doses num saco de plástico. Cada dose rondará aproximadamente as 100 gramas.
Aqui são mesmo necessárias duas pessoas, uma para segurar o saco, junto à parede da panela, e outra para deitar o alimento.
Os sacos são depois atados com um nó, o mais baixo possível, cortando-se o excesso de plástico que só vai é atrapalhar as abelhas... e o apicultor.

Problemas mais comuns até esta fase:
A) - O alimento fica demasiado fluido para o efeito que queríamos
, e como tal pouco apropriado para esta estação.
Das duas três, se detectou o problema no dia seguinte, quando a mistura já está dentro dos sacos de plástico e suficientemente arrefecida: não há nada a fazer!!! Quando isso me acontece guardo esses sacos para a ALIMENTAÇÃO ARTIFICIAL ESTIMULANTE, para lhes dar em meados de Fevereiro. Se tiver olho clínico para a culinária, e detectar o problema na panela antes de ensacar a mistura: ainda há remédio. Ou se junta mais um pacote de açúcar, não o derreta, adicione-o tal como sai do pacote, ou uma porção de farinha de soja ou ... mais pólen. Atenção que a última opção se bem que desejável é a mais cara.

Este problema, o mais comum, resulta dos “facilitismos” durante o processo de confecção, a adição exagerada de água para facilitar a dissolução do açúcar ou do pólen acaba sempre por se pagar mais tarde.

B) - O aquecimento exagerado do açúcar aumentará o HMF da mistura e tornará o alimento menos aconselhável/saudável para as abelhas.
De facto assim é, por essa razão verificaram que só aqueci o açúcar, exageradamente, para o poder dissolver e conferir à mistura o ponto desejado. O mel só recebeu o calor do açúcar fundido e pouca ou nenhuma alteração lhe trouxe.

Este problema pode ser resolvido de duas formas:
B1)-
Fazer a mistura toda a frio, é muito fácil, bate-se o mel, pouco ou nada cristalizado, com o açúcar e com o pólen em pó. O truque é tentar homogeneizar o máximo possível até conseguir uma consistência semelhante ao barro amassado.




Esta imagem ilustra o resultado dos dois métodos propostos, mas com um erro: devia ter sido utilizado pólen em pó...
Não gosto deste método, apesar da facilidade de execução e de aplicação, pois basta ser colocado directamente em cima da prancheta ou sobre um prato de plástico. Normalmente sucede que as abelhas apenas sugam o mel, a parte húmida, já os cristais de açúcar juntamente com o pólen não são levados para o ninho, e perde-se o principal objectivo.

B2)- Misturar a frio apenas o mel líquido, mas muito viscoso, com o pólen, até obter a consistência desejada e aplicar como no caso anterior.
O principal inconveniente desta opção é o preço, uma vez que se usa apenas mel.

De qualquer forma, não creio que seja assim um problema tão grave, sempre tenho utilizado o método descrito sem qualquer surpresa desagradável.

C) – O saco está roto e começa a sair o xarope para o exterior. É preferível colocar o saco dentro de outro do que despejar o conteúdo do primeiro. Como está tão viscoso a maior parte vai-se perder.

Aplicação do Alimento Artificial de Manutenção

Outra dor de cabeça. Mais uma vez o truque é a redução de custos e a facilidade de execução.
Os alimentadores habituais, muito acessíveis no mercado, até são baratos. Mas quando o número de colmeias é grande... começam a ficar caros. Para não falar na dificuldade em transportar e montar várias dúzias de alimentadores.





Os sacos de plástico apresentam uma boa funcionalidade, e são muito baratos. Têm no entanto um problema: a dificuldade em aferir o número e o tamanho dos orifícios para a saída do alimento, em função da viscosidade deste e da população de abelhas.
Se está muito líquido e as abelhas são poucas, vai escorrer para o exterior. Se está demasiado sólido, torna-se difícil o acesso das abelhas.





Acabei por optar por colocar o saco com grandes aberturas dentro de um prato de plástico. O prato evita que o alimento se perca e tem bom acesso para as abelhas. Corre-se no entanto o risco de muitas morrerem afogadas, o que se resolve colocando ramos e folhas dentro do prato.


As abelhas não comem cogumelos!!!, só que encontrei-os no dia da "alimentação" e resolvi partilhar as imagens...

FELIZ 2009...

MelToon - 19


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29 dezembro, 2008

MONTE DO MEL 6 meses, o balanço...



“E as Abelhas nunca mais serão as mesmas...”
Foi com com esta frase que nasceu o http://montedomel.blogspot.com há cerca de um ano.
O objectivo era mesmo começar no dia 1 de Janeiro de 2008, mas... não começou. Após publicitá-la, adiei essa data até finais de Junho.
Até podia desencantar uma série de desculpas convincentes para o atraso, mas vou mesmo ser sincero: reconsiderei uma série de vezes e a vontade de o iniciar era cada vez menor... nula quase.
Mercê de meia dúzia de voltas pelo país, reuniões, palestras e encontros, várias (muitas) vezes ouvia a mesma pergunta: “...e o blog? O Montedomel? Quando sai cá para fora?”
Lá me resolvi a publicar algumas coisas, poucas, a vontade ainda não era muita, ainda hoje não sei se o é, mas resolvi experimentar durante seis meses para ver o que dava. Aguentei-me, já estamos em Dezembro, cerca de 120 “postagens” deram um trabalhão como devem calcular, noites e noites com o portátil ao colo a escrever sobre assuntos que pudessem interessar aos apicultores e demais interessados.
Além dos artigos de Opinião, Técnicos e Notícias, que já publicava na Revista “O Apicultor”, Jornal “Crisopa” e outros jornais, resolvi tentar outras “coisas” que poderiam de alguma forma trazer outra luz ao sector, como o MelToon, a rubrica Colmeias Diferentes e a bolsa de negócios on-line Beesiness, entre outros.
O MelToon, como devem calcular é-me particularmente querido, gosto bastante de tiras de BD. Muitas foram as noites em que para abrir o apetite, começava por fazer os desenhos à toa, nem sequer tinha o “enredo” na mente, mas acabava por surgir depois. Outras vezes, na estrada, tinha de parar o carro para tomar notas sobre alguma ideia que me surgia pelo caminho e não queria perder. Na sala de espera do Hospital de Elvas, numa tarde de Outubro, enquanto aguardava a consulta do meu pai, fiz dois cartoons de seguida. De facto o nosso Sistema Nacional de Saúde “puxa muito pela nossa imaginação”...
Com as Colmeias Diferentes, ainda numa fase inicial, procurei ilustrar sobretudo a criatividade dos apicultores. Não só pela forma como constroem colmeias, mas também com os materiais e desenhos mais insólitos que se possa imaginar, ou os locais e circunstâncias em que praticam a apicultura.
Já o Beesiness – Negócios Apícolas On-Line, parece ser o grande fiasco do montedomel, esperava mais contactos, mais gente a anunciar pelo menos, afinal de contas o serviço é de borla... mas pouco ou nenhum feed back tem havido. Enfim... pontapé p'rá frente e cara alegre, como se diz na minha terra, pode ser que melhore em 2009.
Agora também não levem este desabafo muito a peito, e por solidariedade ou caridade alguém se lembre de anunciar os ditos “parafusos em segunda mão para os pés da centrifuga...”.

Os números e os factos...
A nossa sociedade, tão mal classificada na disciplina de matemática, anseia sempre pela informação numérica, que nem sempre dá uma boa imagem da realidade, mas é fácil de visualizar...

Ultrapassar as 3.000 visitas foi uma surpresa, pois inicialmente contava com cerca de 2.000 para os primeiros seis meses, e àquele número ainda correspondem mais de 7.000 page views.

Durante o último mês, data a partir da qual percebi que “clicando” sobre o “site meter”, conseguia saber a origem dos acessos ao blog, nomeadamente a cidade, região e país, foi outra surpresa:

13 países, incluindo o nosso:

Portugal com cerca de oitenta e tal porcento das visitas, Brasil com cerca de 10% e as restantes distribuídas por: Itália; França; Alemanha; Luxemburgo; Bélgica; Espanha; Austrália; EUA; Argentina; Uruguai e Nova Zelândia.
De Portugal, os acessos neste último mês corresponderam a mais de 100 localidades diferentes, distribuídas de Norte a Sul e Ilhas. Do Brasil, cerca de 50 localidades pertencentes a 17 Estados.
Claro que a maior parte das visitas estrangeiras aconteceram casualmente, os visitantes colocavam palavras ou frases num motor de busca e acediam assim ao blog. Curiosamente vi imensos casos em que o visitante já acedia directamente à página sem buscas no Google, nomeadamente no Brasil, Argentina, Itália, França e Alemanha.

A média de visitas por dia rondava inicialmente as 10 ou 12, que passaram para perto de 20, 25 e quase tocaram as 30 em finais de Novembro. Este número decresceu durante o mês de Dezembro, principalmente por decréscimo de visitas de outros países.
Na volta não vivem um Natal tão apícola como o nosso... é engraçado “brincar” com os números nesta quadra, até porque não há muito mais para fazer com as abelhas.
Noutra volta ainda, estes números nem serão nada de especial, mas eu ainda sou do tempo em que os computadores eram uma miragem, e a felicidade de um dia de brincadeiras era medida pela quantidade de lama que levava no corpo para casa, ou pelo consequente número de voltas que dava à mesma casa a correr à frente dos meus pais...

Fica um obrigado especial ao meu primo José Manuel Varela, o “informático” de facto, que resolve todos problemas de funcionamento, à Luísa pelas fotografias, à ADERAVIS pelo apoio e aos visitantes pelo interesse, apoio e “fé” que têm demonstrado.

O Futuro...
Esta conversa toda cheira mesmo a despedida, mas não é disso que se trata, não há nada que o Português mais goste do que as pieguices das despedidas... mesmo que seja à chegada...!
Posso e devo dizer que vou “tentar” mais seis meses, para fazer um ano, e depois logo se vê.
Mas... era importante, muito importante mesmo, que este espaço fosse mais partilhado, participado e houvessem mais intervenções. Cada assunto que aqui abordo, seja ele qual for, sempre que fica despido de comentários, de contradições, outras opiniões, fica a cheirar a “verdades absolutas”, e muito raras são as verdades dessa casta que não tresandem a grandes mentiras.
As notícias/factos, normalmente são o que são, a não ser que haja falha minha ou das fontes, agora os escritos técnicos resultam sobretudo do meu trabalho e experiências acerca dos temas versados, pouco mais são que um relatório de actividades, de onde tiro as conclusões que vos apresento. Era muito bom para mim e para todos que houvesse um confronto de ideias, de novas experiências e consequentemente de outros resultados para que todos pudessem enriquecer os conhecimentos com tal debate.
Espero sinceramente que o próximo semestre seja mais rico em intervenções dos visitantes...

Só me resta agora desejar um BOM ANO de 2009, com TUDO de BOM para a Apicultura e para o resto..., ficam umas fotos do Monte do Mel físico, onde vivo e que emprestou o nome ao Monte do Mel digital:
Joaquim Pífano








...mas se alguém tiver mesmo os ditos parafusos em segunda mão para os pés da centrifuga, e os queira vender, ou comprar, diga qualquer coisa, o Beesiness existe para isso mesmo...

22 dezembro, 2008

MelToon - 18

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