08 novembro, 2010

Apicultura nas Astúrias – Espanha

Outubro de 2010, já deambulava há cinco dias por entre os Picos da Europa – Astúrias e nem uma colmeia ou vestígio apícola que me permitisse uma reportagem para o montedomel.
Intrigava-me o facto de estar numa zona apícola por excelência e nem uma abelha via sobre nas flores. Pouco me preocupava o facto, tinha na “mira” a Feria Apícola de Cantábria e aí decerto havia de encontrar o que procurava.

Estava na altura num miradouro, a apreciar os elevados picos rochosos, quando vejo passar uma carrinha com um vistoso toldo amarelo, onde se lia entre abelhas e favos desenhados: “Aula de la Miel”. Claro que não fiquei indiferente, mas por causa da surpresa nem consegui ver a localidade ou outra referência acerca do apicultor.
Horas depois, quando interpelava alguém sobre a existência de “colmeneros” na região, ouvi de novo falar na “Aula de la Miel”, ficava perto, em Alles. Depressa rumei a esta pequena aldeia, um itinerário pitoresco entre montes muito altos, um rio caprichoso com trutas e salmões, cabras e vacas na margem e sobretudo imensa vegetação.

Foi à vista de uma placa de trânsito (turística) que anunciava a proximidade da “Aula de la Miel” que me ocorreu uma interessante constatação. Por essa Europa fora é comum os apicultores não venderem apenas o mel, como também tornarem a respectiva actividade numa atracção turística. E ganham dinheiro com isso!
Assim se passava na Miellerie du Massif des Hurtières, nos Alpes Franceses.
Nestes locais, além da aquisição de produtos apícolas, o cliente “compra” também o saber e as curiosidades relativas a essa arte. Trata-se também de um fenómeno cada vez mais comum nas pequenas explorações agrícolas: uma espécie de certificação participada, onde o consumidor tem acesso às instalações onde assiste ao processamento do produto. Uma forma original de promover e garantir a qualidade e a autenticidade.
Na “Aula de la Miel” há inclusivamente um aproveitamento turístico da actividade apícola, vocacionada para crianças, jovens, idosos e outros interessados na matéria. Infelizmente eu visitei-os na época de descanso, ou melhor: na época mais apertada da actividade apícola, quando não recebem visitas turísticas… conforme me disse o proprietário.

... DOS MEUS APONTAMENTOS DE VIAGEM:

Continuamos pelo estreito vale, onde só circulávamos nós e a água do rio, quando vimos um bode a correr numa encosta de grande declive e pedras soltas da outra margem. Era um bonito exemplar, castanho e de pelo comprido, devia ter o rebanho ali perto (…) mais à frente um grupo de cabras saltitava por um trilho na margem de um regato.
Passamos a uma localidade chamada Niserias aos 1667 km, onde um cruzamento nos fez virar à esquerda para Alles. Uma placa turística informava-nos que a “Aula de la Miel” era nessa direcção.

Chegamos a Alles às 14:05 horas, 1671 km, uma pequena aldeia de montanha, meia dúzia de casas e uma Igreja, uma vista privilegiada sobre os montes em redor e muito mato a cobrir as encostas.

Depressa encontramos a “Aula de la Miel”, uma parede de pedra e um telheiro sobre a entrada, com uma placa de madeira pintada onde se podia ler “Aula de la Miel”. Um aviso em papel aconselhava o visitante a tocar a campainha ou ligar para um número de telefone para aceder ao interior. Como a porta estava aberta resolvemos entrar para o terreno em declive por uma descida curta em ziguezague que nos levou à melaria.

Chamou-me a atenção um pequeno apiário com colmeias tradicionais em madeira, troncos escavados e típicos da região. Estavam despovoados, mas a sua visão, mesmo sem abelhas, já valia a pena. Percebi logo que face à indisponibilidade de cortiça na região, os apicultores de outrora se desenrascavam construindo as colmeias a partir de troncos de árvore ou pranchas de madeira.

Achei curioso o facto de muitos dos troncos – colmeia apresentarem remendos em chapa metálica, apesar de quem os construía evitar sempre rachar o tronco, conforme li mais tarde num livro sobre a apicultura local.

Também se viam nas paredes das colmeias os orifícios onde encaixavam as trancas para segurar os favos, à semelhança dos nossos cortiços. A cobrir cada uma havia telhas de barro, para protecção contra o Sol e a chuva.

Ao lado outra fiada de colmeias, estas móveis e do modelo Langstrooth que padeciam da mesma ausência: sem abelhas. Decerto que serviriam apenas para os visitantes apreciarem um apiário “sem riscos”.
Um pequeno azulejo colocado à entrada, na parede exterior, cujo tema era um apicultor entre as colmeias, informava que: “aqui vive: un apicultor”.

Entramos na loja, uma sala com grandes prateleiras onde se encontravam peluches, t-shirts, bonecos, tudo relacionado com as abelhas e a apicultura. O mel era comercializado em potes, mas muito simples e bonitos.

À conversa com o apicultor sobre os tipos de mel que produzia, disse-me que estes dependiam da altitude a que se encontrava cada apiário, variando pois com a data de cresta e com a floração de cada local. Logo pensei que tinha encontrado outro adepto da transumância, mas… nada mais errado. Ele não deslocava as colmeias serra acima ao longo da Primavera – Verão, à medida que as temperaturas o permitiam, como vi nos Alpes, mas antes deixava cada apiário no mesmo local durante todo o ano.
Depressa se justificou dizendo que a transumância causava muito stress nas abelhas. E a filosofia de base da sua exploração era proporcionar todo o bem-estar possível às abelhas, garantir-lhe as melhores condições e o mel viria daí. Nada de forçar a produção, o mel seria um reflexo da saúde e bem-estar das colónias de abelhas.
Gostei da estratégia, nada mais verdadeiro, no entanto não posso deixar de discordar da avaliação que fez à prática da transumância…

Intrigado com o maneio que culminaria no bem estar das abelhas e consequentes reflexos na sanidade e na produtividade, pedi-lhe que me falasse no seu método.
Disse-me que o controlo efectivo da Varroose era determinante, a doença causa algumas baixas na região, pelo que importa estar atento. Adepto dos homologados à base de amitraz, pensa agora experimentar o Hive-clean associado a estrados sanitários.
Outras preocupações relacionavam-se com o clima peculiar da região: por vezes o bom tempo no início da Primavera levava à colocação apressada de alças. A partir desse momento convém estar atento para o caso de algum nevão ou baixa de temperatura súbita arrefecer as colmeias com o espaço acrescido. Isto acontece depois da floração de algumas urzes em Março, seguida de queda de neve em Abril.
A colocação das alças tem de acontecer no timing correcto. Se se colocam antes de haver população suficiente para as ocupar, também isso pode arrefecer a criação com os consequentes problemas sanitários.
Referiu-se ao SDC nas Astúrias como casos isolados de Varroose mal controlada, sobretudo nas pequenas explorações onde há menos cuidado na selecção dos acaricidas. Admitindo no entanto que tal anomalia também já causou bastantes baixas nos efectivos da região.
Falou também das micoses, provocadas pela humidade excessiva nalguns locais, o que é de todo compreensível atendendo à existência de vales profundos com poucas horas de luz diárias.
O resto do ano, após a Primavera, é um descanso no que respeita aos cuidados de bem-estar das abelhas. Surgem as florações de uma série de Ericáceas (Urzes) diferentes, os castanheiros e outras flores que não consegui traduzir.

Faz a cresta nos meses de Setembro, Outubro e Novembro, consoante a maturação escalonada dos diferentes méis produzidos ao longo da altitude das encostas.
Agradam-lhe os preços a que este ano os méis ascenderam, rondando os 2,90€/Kg em média, no território espanhol. Apesar de vender a maior parte da sua produção na “Aula de la Miel”, aos visitantes e turistas que comparecem para o efeito.
Utiliza somente colmeias Langstrooth com alça Dadant, mais altas que as específicas para esse tipo de ninho.

Finda a conversa e a visita, despedimo-nos combinando encontramo-nos amanhã na Feira Apícola de Cantábria, em Torrelavega, onde iria participar com um stand expositor.
À saída reparei na carrinha com o toldo amarelo que nos despertara a atenção horas antes e longe daquele local.

Saímos de Alles às 14:45 horas, em direcção a Arenas de Cabrales.
No caminho, ia pensativo e até preocupado com a opinião que este apicultor profissional tinha da transumância, como prática stressante para as abelhas, uma vez que as obrigava a esforços suplementares… Estive para voltar atrás e confrontá-lo com a hipótese de ter uma vaca a dar leite durante dois meses em vez de oito, mas preferi deixá-lo com as suas convicções.
Como apologista que sou dessa prática senti-me algo contrariado. Uma modalidade que nos leva a ter as abelhas em floração contínua, sempre activas, eliminando as mais fracas e doentes, passando menos tempo na colmeia em contacto com as saudáveis e por isso menos riscos sanitários. Por outro lado também não há comparação possível entre as condições para a apicultura de montanha nas Astúrias e a que se pratica no Alentejo, onde a transumância não só se justifica como é determinante.
Esta visita valeu sobretudo pela comparação que já fiz lá atrás, com o apicultor dos Alpes, a forma como dois apicultores novos, vivendo exclusivamente da apicultura, resolvem “ir para lá” da produção e venda do mel. A forma como fizeram da apicultura uma actividade interactiva, vendendo aos clientes não apenas o mel mas também a própria “apicultura”, o segredo da abelha, tudo aquilo que os leigos não sabem e “pagam” para saber!

Não só colhem dividendos com tal actividade, como acabam por divulgar o sector e sensibilizar o resto da população para a importância das abelhas e da apicultura para a economia, o ambiente e a sociedade em geral. Para a maioria de nós, apicultores e demais aficionados, a “Aula de la Miel” trata-se de um “Ovo de Colombo”, porque não havemos todos nós e cada um de fazer o mesmo?
Uma coisa é certa, da iniciativa destes apicultores beneficiamos todos os outros… com a promoção do sector apícola.


(…)


www.auladelamiel.com

02 novembro, 2010

Alimentador de Abelhas “anti-afogamento”

A alimentação artificial das abelhas é um dos assuntos mais controversos com que me tenho deparado. Toda a gente tem uma teoria, seja pela composição (um dos aspectos mais importantes), seja pela consistência (fluidez ou viscosidade), seja pela data e hora de aplicação ou ainda pelos próprios alimentadores.
Claro está que para cada estação ou propósito é sabido que a composição e a viscosidade do alimento apresentarão diferenças. Consequentemente o tipo de alimentador também terá de ser adaptado ao alimento a ministrar.
Certo é que nestes anos todos ainda não conheci um alimentador que satisfizesse todos os requisitos, nomeadamente:

- Fácil acesso às abelhas
- Que permita o aproveitamento total do alimento.
- Não entorne
- Seja seguro para as abelhas
- Económico
- etc…


De qualquer forma, e perdoem-me se os desiludo, apesar do titulo pomposo, certamente ainda não é desta que o assunto ficará encerrado…

Com a chegada do mês de Outubro, o espectro do Sindroma do Despovoamento de Colmeias começa a causar estragos. Mais no nosso espírito que propriamente nos apiários.
Há dois anos consegui recuperar mais de 60 colmeias onde a nota dominante era um enfraquecimento geral e uma diminuição acentuada da população. Bastou a administração de um xarope viscoso à base de açúcar branco, mel e pólen tal como foi veiculado neste blog.
No ano passado, 90 colmeias com os mesmos sintomas, o mesmo tratamento alimentar e apenas 45 sobreviveram. Talvez a alimentação não seja o factor determinante, apesar da grande importância.
Este ano nem esperei que elas enfraquecessem, apressei-me a confeccionar um alimento (caro) com 60% de mel e 40% de pólen. O objectivo foi mesmo a obtenção de uma “bomba” energética e proteica, para que as eventuais carências nutricionais não fossem uma desculpa.
Ainda é cedo para falar em resultados, o mês de Outubro já passou, mas Novembro também costuma ter a sua quota-parte de culpa…

O assunto de hoje é precisamente a concepção do alimentador ideal, se é que existe nalgum lado, e que há muito me tira o sono.
Comecei há uns anos atrás com os sacos de plástico, muito baratos e eficazes mas com pouco rendimento em termos de aproveitamento do xarope, sobretudo quando é muito viscoso. A grande superfície de contacto do saco leva a que boa parte do pólen “melado” adira às paredes em zonas enroladas e inacessíveis acabando por se estragar.
Quando o alimento é demasiado líquido o saco de plástico torna-se mesmo inútil, face às perdas que se verificam…
Tentei solucionar esse problema com bons resultados: abrindo o saco sobre um prato de plástico e colocando folhas secas e palha para evitar afogamentos. O saco passou a funcionar apenas como recipiente para o transporte e como doseador.
No entanto, a palha e outras matérias vegetais costumam carregar microorganismos que aceleram a decomposição do alimento e decerto alguns patogénicos, pelo que cedo abandonei esse método.

Estava entretido a imaginar qualquer sistema que flutuasse, permitindo o acesso ao alimento e que impedisse o afogamento das abelhas quando as eternas discussões para o orçamento de estado me inspiraram para uma plataforma cheia de buracos, que descesse à medida que o xarope fosse consumido.
Vão-se lá saber as razões de tal associação, mas a mente humana…

Comecei então por recortar o fundo redondo de um prato de plástico, fazer-lhe vários orifícios e colocá-lo sobre o alimento artificial noutro prato. As abelhas poderiam aceder ao xarope ao longo de toda a borda do prato e se a população fosse muita também poderiam pousar na plataforma e alimentar-se pelos orifícios.

Resolvi testar a ideia da plataforma perfurada com outros materiais, nomeadamente rede plástica com cerca de quatro ou cinco milímetros de malha e até rede mosquiteira para ver o comportamento de cada uma.



Resultados:

Plataforma de plástico perfurado (fundo de um prato):

Resulta bastante bem para qualquer consistência de alimento e não se registaram muitos afogamentos. Apresenta no entanto dois contras: a perda de tempo que é perfurar toda a superfície e o facto das paredes do prato contentor serem inclinadas e não permitirem a descida correcta da plataforma. Isto é, se for demasiado pequena acompanha o liquido até ao fundo mas pode haver afogamentos ao princípio, se for demasiado grande encalha antes do alimento acabar e não permite o acesso das abelhas:

Talvez este seja o melhor método, devemos no entanto substituir o prato contentor por outro recipiente com as paredes mais verticais no fundo…
Custos: 0,05 €/prato o que totaliza 0,10€/colmeia.

Rede de Plástico (malha de 4 ou 5 mm)

Também teve uma eficácia bastante aceitável, acentuando-se na rapidez com que se obtém a plataforma pois é muito fácil de recortar.
Desvantagens: o facto de ser um material algo rígido tem tendência a enrolar e afundar nas pontas, perdendo-se aí o efeito de plataforma e causando algumas baixas. Mais uma vez o problema das paredes não verticais do contentor do xarope.
Custos: Rede a 2,00€/m2, 60 discos/m2 o que equivale a 0,033€/disco mais 0,05€/prato, dá cerca de 0,08€/colmeia.

Rede Mosquiteira de Plástico

Também funcionou muito bem, os afogamentos foram muito reduzidos. Tem a vantagem (ao contrário dos outros dois) de acompanhar totalmente a descida do xarope, graças à flexibilidade deste material.
Única desvantagem: a dificuldade em recortar a plataforma (discos) ou o problema foi mesmo da tesoura que utilizei…
Custos: Rede a 1,00€/m2 o que dá cerca de 0,016€ + 0,05€ = 0,07€/colmeia.

Cuidados adicionais:

O ideal será utilizar pratos de sopa (mais fundos e que caibam entre a tampa e a prancheta, permitindo o acesso às abelhas) ou outro recipiente que tenha a borda pouco inclinada e o fundo com paredes verticais:

O nivelamento das colmeias nos suportes é também muito importante quando se usam pratos como alimentadores, pois além de não se entornar o alimento, não se deslocam as plataformas tornando-as ineficazes:

Neste teste e há semelhança de outras situações, as abelhas não se mostraram tão interessadas no xarope quanto seria desejável, no entanto a composição foi apresentada lá atrás…
Alimentar só ao fim do dia para evitar a pilhagem entre as colónias.

Mais que apresentar certezas acerca do tipo de alimentador a utilizar, este post pretende sobretudo sensibilizar os visitantes para a partilha de conhecimentos e experiências neste domínio.
Obviamente que o montedomel está disponível e agradece antecipadamente toda a informação que possam enviar acerca deste e de outros assuntos!

Mais "coisas" sobre alimentação artificial de abelhas:

http://montedomel.blogspot.com/2008/12/alimento-artificial-de-inverno.html

http://montedomel.blogspot.com/2009/10/alimento-artificial-para-abelhas-formas.html

http://montedomel.blogspot.com/2009/11/alimentadores-artificiais-colectivos-e.html

28 outubro, 2010

À Espera… das Abelhas

Há tempos atrás vi um filme acerca de uma história muito velha.
Um homem que encontrou um cão, adoptou-o e cuidou dele com muito carinho. Todas as tardes o cão ia esperar o dono à estação dos comboios, quando aquele saía do trabalho. Fazendo depois juntos o caminho de casa.
Um dia, uma fatalidade, o homem falece enquanto trabalhava. Nessa tarde como em todas as outras o cão foi esperá-lo à estação e estranhando a sua ausência, regressou sozinho.
Contam que até ao fim da sua vida esse cão foi todas as tardes esperar o dono ao mesmo local. Tentaram cuidar dele, evitar que ele o fizesse, mas em vão, ele teve sempre a esperança de o homem voltar um dia.

Na semana passada, enquanto circulava por um caminho rural na aldeia de França, concelho de Bragança, deparou-se-me este estranho e bonito apiário localizado numa encosta.

Como vi alguém que trabalhava ali perto, resolvi parar e meter conversa, saber algo mais acerca daqueles “cortiços de madeira” que tão pitorescos me pareceram. Decerto haviam de dar uma boa história para partilhar convosco.
Foi a história apícola mais curta com que me deparei, aliás, nem muito houve para contar. Na sua boa vontade, o agricultor disse-me que apesar de tão limpo e bem cuidado, o apiário estava despovoado de abelhas. O proprietário tinha falecido há tempos atrás.

Confesso que aquelas colmeias tão ordenadas no apiário me comoveram e fizeram lembrar a história do cão. Como se esperassem o regresso das abelhas e do apicultor. Afinal é mesmo para isso que as colmeias servem…

22 outubro, 2010

Avis mellífera 2010

Na continuidade do trabalho iniciado em 2008, a ADERAVIS vai organizar a edição de 2010 das Jornadas Técnicas Apícolas Avis mellífera.
Este certame que tem como objectivos a promoção e a divulgação da apicultura, nomeadamente no que respeita a produtos apícolas e técnicas de maneio, entre outros assuntos de interesse para o sector.
A presente edição será vocacionada, entre outros, para o tema Associativismo.
Nesse sentido, vimos por este meio convidar todos os interessados a participar neste certame que já vai sendo uma referência para apicultura nacional.

O PROGRAMA (Provisório)

Dia 03 de Dezembro (6ª Feira)

18:00
Concurso de Mel
- Mel de Rosmaninho
- Mel Multifloral

21:00 Tertúlia: Conversas à Volta do Mel – Clube Náutico

Dia 04 de Dezembro (Sábado)

09:30 Workshop: “Acaricidas Homeopáticos: Ácido Fórmico”
Francisco Rogão

09:30 Workshop: Provas de Mel/Concurso de Provadores de Mel
Engº José Gardete

12:00 Almoço livre

14:00 Colóquio (Salão da Junta de Freguesia de AVIS)

Moderador Engº José Gardete

- Direcção da ADERAVIS ……………. Objectivos da Avis mellífera 2010
- Município de Avis ………. Intervenção de Abertura
- IFAP ………………………………………. Programa Apícola Nacional
- Rúben Rogão ……………………… Eficácia dos Medicamentos Acaricidas
- José Chumbinho ……………………. Associativismo no Sector Apícola

17:00

- Entrega dos Prémios dos Concursos de Mel
- Entrega dos Prémios do Concurso de Provadores de Mel
- Entrega dos Prémios do Concurso de Fotografia “Monte do Mel – Visita 100.000”
- Sorteio de uma colmeia entre os participantes
- Encerramento das Jornadas

Este ano os participantes devem enviar a seguinte ficha devidamente preenchida (ou apenas os dados que nela são solicitados) para o mail nela indicado aderavis@gmail.com :