22 dezembro, 2010

APIAMIGOS: Festa da Visita 100.000 montedomel

E aqui ficam as fotos da "Festa do Montedomel - Visita 100.000". Na foto em cima, o bolo comemorativo, arte e paciência da Manuela Miguel...

O tabuleiro das abelhas, artesanato "praticamente" construido na totalidade pelos Apiamigos.

A "famosa" tarte de côco e mel, cuja receita foi publicada no montedomel há tempos atrás, e diga-se que foi considerada excelente por todos!

Mais imagens, para recordar...

O Gardete não estava "embevecido" com a minha conversa, nem era para menos... se repararem bem, ele está num plano mais recuado...


O "filme" da festa:


E agora? repete-se a festa nos 200.000 ou já aos 110.000 ???
Um abraço a todos os Apiamigos, visitantes e colaboradores do montedomel.
FELIZ NATAL, BOM ANO para todos!!!

17 dezembro, 2010

FELIZ NAVIDAD 2010 - Bolívia

Um bonito "postal" de Natal, enviado por Norma Mendoza e Greby Caillavi, da Bolívia.
Apicultores que operam em zonas rurais e fazem da apicultura um modo de vida. Apostam na formação dos mais jovens com a experiência dos mais velhos.
Feliz Navidad, Norma y Greby, gracias por este mensagen!!!

15 dezembro, 2010

FELIZ NATAL 2010

O montedomel deseja a todos os visitantes e amigos um Santo e Feliz Natal de 2010...

13 dezembro, 2010

Avis mellífera 2010

03 de Dezembro de 2010

15:00 CONCURSO DE MEL

Mel de Rosmaninho: 9 amostras
Mel Multifloral: 25 amostras
Júri: José Gardete, Francisco Rogão e Paulo Varela

Resultados:

MEL DE ROSMANINHO

Lugar: Maria Luísa Garcia – Alcórrego
Lugar: José Traquinas Barata – Alcórrego
Lugar: José Manuel Amâncio – Fronteira

MEL MULTIFLORAL

Lugar: José Nunes de Oliveira – Montargil
Lugar: João Domingos Xarez da Rosa – Avis
Lugar: António Ludovico Pina – Benavila


21:00 TERTÚLIA: CONVERSAS À VOLTA DO MEL

Decorreu no Bar do Clube Náutico, junto à Albufeira do Maranhão, onde mais de duas dezenas de participantes, entre convidados e clientes, confraternizaram durante um bom par de horas. O tema da conversa: não é preciso adivinhar, foi mesmo as abelhas, a apicultura e… claro, o mel, que todos tiveram oportunidade de provar.
Agradecemos ao Sr. João Milheiras proprietário do Bar e Restaurante Clube Náutico, pela simpatia e empenho que demonstrou na realização deste evento.

04 de Dezembro de 2010

09:30 WORKSHOP: MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS, ÁCIDO FÓRMICO

Formador: Francisco Rogão
Cerca de três dezenas de apicultores assistiram à formação sobre a confecção e aplicação do ácido fórmico.
Apesar das controvérsias em torno dos medicamentos acaricidas contra a Varroose, alguns produtos homeopáticos continuam a dar bons resultados em termos de controlo daquela moléstia.


10:30 WORKSHOP: ANÁLISE SENSORIAL DE MEL E CONCURSO DE PROVADORES

Formador: Eng.º José Gardete
Após o workshop anterior, o mesmo número de participantes aprendeu como se provam e avaliam os méis. Para tal e fazendo uso dos cinco sentidos foram classificadas diversas amostras relativamente à cor, aroma, sabor, existência de impurezas, cristalização e cheiro a fumo, entre outras características possíveis.
Adquiridos os conhecimentos, os formandos puderam então avaliar e classificar um determinado conjunto de amostras de mel.
Os resultados desta classificação foram comparados com os resultados oficiais do dia anterior e houve prémios para os três melhores provadores.

CONCURSO DE PROVADORES DE MEL

1º Lugar: Artur Jorge Garcia Boeieiro
2º Lugar: Francisco José Simões Gomes
3º Lugar: Lino Marreiros


14:00 COLÓQUIO SOBRE ASSOCIATIVISMO


Moderador: Eng.º José Gardete

Direcção da ADERAVIS: Abertura do colóquio e objectivos das Jornadas Técnicas Apícolas Avis mellífera 2010.

Dr.ª Anabela Canela, Presidente da Junta de Freguesia de Avis: Nota de boas vindas aos participantes.

Eng.º Inácio Carias: Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo.


Joaquim Pifano: HACCP para Associações de Apicultores. Comunicação onde se identificaram alguns dos pontos críticos do associativismo, nomeadamente possíveis problemas internos comuns às organizações do sector e propostas de melhoria ou resolução desses aspectos.

Júlio Ricardo: Cooperativa Terra Chã. Um exemplo de associativismo. A forma como o dinamismo e as diversas valências de uma experiência associativa promovem o desenvolvimento rural de uma região.

Ruben Rogão: Eficácia dos Acaricidas utilizados no combate à Varroose. Nesta comunicação foram apresentados os resultados da eficácia dos diversos medicamentos testados em Julho de 2010 em Macedo de Cavaleiros.
Oportuna a advertência para a necessidade de estudar a nível regional/local as diferentes eficácias de cada medicamento, tendo em vista a aplicação do medicamento ideal para cada região.

Sorteio de uma colmeia Reversível:

Novidade nas Jornadas Apícolas Avis mellífera, a oferta de uma colmeia pela casa apícola José Pires Gil, de Fortios, Portalegre, para que fosse sorteada entre os participantes. Ditou a sorte que ficasse para o apicultor João Domingos Xarez da Rosa.

Entrega dos Prémios dos Concursos de Mel e de Provadores de Mel:

Tendo sido entregues aos vencedores das diversas modalidades os diplomas de participação, classificação e uma salva gravada com o logótipo da ADERAVIS.

Apresentação das fotos vencedoras do Concurso de Fotografia: “Montedomel Visita 100.000”

Magnificamente apresentado e animado pelo António Sérgio Gomes, de Torres Vedras, que também foi júri do referido concurso.

Também apresentado pelo António Sérgio e "à revelia" das Jornadas Técnicas Avis mellífera, e de mim, ou não fosse uma surpresa, foi-me feita uma homenagem pelo grupo dos Apiamigos e que obviamente me deixou (como sempre alguém costuma ficar nestas circunstâncias) … sem palavras!!!, e disso foi prova o meu atabalhoado discurso de circunstância onde creio só se aproveitou o:
“Muito Obrigado aos Apiamigos: Ana Carvalho, António Sérgio, Francisco Rogão, Manuela Miguel, Octávio Rodrigues e Ricardo Pinto, tal como a todos os visitantes do Montedomel…”

Encerradas as Jornadas Técnicas Avis mellífera 2010, para o ano há mais…

11 dezembro, 2010

Comissão Europeia: Saúde das abelhas

A saúde das abelhas é uma questão que deve ser tida em conta, na medida em que as abelhas são importantes para a produção de mel e como polinizadores de plantas, como as árvores de fruto. Nos últimos anos, registou-se um aumento da mortalidade das abelhas em vários países por todo o mundo.
Para compreender melhor as razões subjacentes à grande mortalidade das abelhas em todo o mundo, a Comissão Europeia definiu hoje as suas ideias sobre uma série de acções específicas. Até agora, os estudos científicos realizados não determinaram as causas exactas nem a extensão precisa do problema.

A Comissão já lançou algumas iniciativas tendentes a resolver as preocupações do sector da apicultura, estando previstas outras iniciativas. A apicultura é uma actividade amplamente desenvolvida na UE. Existem cerca de 700 000 apicultores na União, a maioria dos quais exerce a actividade como passatempo. O documento adoptado hoje contribuirá para os esforços tendentes a encontrar soluções para o problema.

O Comissário responsável pela Saúde e Defesa do Consumidor, John Dalli, declarou: «A protecção da saúde das abelhas assume grande importância na UE. A UE deve reforçar o enquadramento em vigor, no espírito do nosso princípio «Mais vale prevenir do que remediar» constante da Estratégia de Saúde Animal, bem como ajudar os Estados-Membros e os apicultores na sua tentativa de melhorar e tornar mais sustentável a saúde das abelhas». O Comissário concluiu: «A comunicação adoptada hoje aumentará a discussão sobre a saúde das abelhas com todas as partes interessadas e pode preparar o caminho para mais acções da UE.»

Lidar com a mortalidade das abelhas

A comunicação da Comissão esclarece as questões essenciais relacionadas com a saúde das abelhas e salienta as iniciativas que a Comissão lançou para resolver a questão, assim como as acções que já empreendeu. A Comissão lançou, completou ou planeou as seguintes acções específicas que permitirão uma melhor compreensão da mortalidade das abelhas e, consequentemente, das várias medidas correctivas eventualmente necessárias:

- Designação de um Laboratório de referência da UE para a saúde das abelhas (ANSES - Sophia Antipolis - France);

- Um programa-piloto de vigilância para calcular a dimensão da mortalidade das abelhas;

- Uma revisão das regras de polícia sanitária da UE relativas às abelhas, em especial de elementos essenciais como definições gerais, princípios relativos a medidas de controlo das doenças e à circulação;

- Um reforço da utilização de documentos de orientação destinados a abordar questões para as quais a legislação a nível da UE não seria adequada;

- Formação em matéria de saúde das abelhas para funcionários dos Estados Membros, no âmbito da iniciativa «Melhor formação para uma maior segurança dos alimentos»;

- Ter em conta a disponibilidade limitada de medicamentos veterinários para abelhas durante a revisão da legislação da UE em matéria de medicamentos veterinários;

- Aprovar pesticidas a nível da UE apenas se forem seguros para as abelhas;

- Protecção das abelhas graças à resolução sobre a perda da biodiversidade;

- Aumentar a contribuição da UE para o financiamento dos programas de apicultura nacionais em quase 25 % para o período de 2011-2013;

- Projectos de investigação para lidar com a saúde das abelhas e o declínio dos polinizadores selvagens e domesticados, incluindo colónias de abelhas na Europa;

- Reforço da cooperação com organizações internacionais (por exemplo, Organização Mundial da Saúde Animal, OIE).

Próximas etapas

A comunicação deve servir de base para continuar as discussões com o Parlamento Europeu e o Conselho, bem como com as autoridades e partes interessadas dos Estados-Membros. Deve ainda contribuir para identificar eventuais novas acções necessárias a nível da UE.
Uma maior harmonização das medidas da UE que tenham em conta a proporcionalidade e a subsidiariedade desempenhará um papel essencial nestas considerações. As medidas também podem incluir iniciativas não legislativas destinadas a promover um nível de responsabilidade mais elevado e uma maior consciencialização entre os apicultores em relação às doenças das abelhas.

O Problema

A saúde das abelhas é afectada por muitos e variados agentes patogénicos (bacterianos, virais, parasitários, etc.). Pouco se sabe sobre o papel que as doenças das abelhas desempenham no aumento da mortalidade das abelhas ou sobre a interacção entre os agentes patogénicos e outros factores, bem como sobre a forma como isto contribui para os efeitos nocivos na saúde das abelhas.
Outros factores que influenciam a saúde das abelhas são: práticas de apicultura; disponibilidade limitada de tratamentos médicos e do próprio ambiente. Os factores ambientais negativos a considerar incluem a utilização de pesticidas na agricultura, as alterações climáticas, a falta de alimentação e a perda de habitat.
O sector é composto por muitos tipos de apicultura diferentes (profissional ou passatempo, apiários fixos ou móveis, transumância). A saúde das abelhas e a tecnologia são significativamente diferentes quando comparadas com outros animais, como o gado bovino ou as aves de capoeira, dado que as abelhas vivem nas denominadas colónias e são mais estreitamente afectadas pelo seu ambiente natural. Diferentes regiões (clima, produção tradicional/local) e a distribuição de doenças também são factores que desempenham um papel na apicultura.
Todos estes elementos geram necessidades, abordagens, pontos de vista e práticas complexas e múltiplas.

Fonte: europa.eu

Retirado de:
http://pelanatureza.pt/natureza/noticias/saude-das-abelhas-33953395