01 abril, 2012

Perigo... passagem de abelhas?

Hoje aconteceu-me uma coisa curiosa. Deslocava-me numa estrada da região quando um sinal de trânsito me chamou a atenção.
Ainda pensei que se tratasse de uma partida, mas o ar “oficial” do sinal de perigo era demasiado real para se tratar de alguma brincadeira de mau gosto.

Ante a estupefacção e o assombro, fiz alguns telefonemas e consegui saber que num convénio recentemente celebrado entre as duas DGV’s (Direcções Gerais de Veterinária e de Viação) ficou de se fazer aprovar uma lei vocacionada não só para a prevenção rodoviária como também para a protecção das abelhas.

Como é sabido, muitos são os casos de acidentes de viação devido à passagem de abelhas nalgumas estradas mais movimentadas. A entrada intempestiva de uma ou mais abelhas num carro em movimento costuma provocar o pânico no condutor, o que geralmente leva ao despiste.

Para prevenir este género de acidentes, a nova legislação prevê a criação de um novo sinal de trânsito, da classe dos sinais de perigo e semelhante aos já usados para a travessia de animais na rodovia, mas este com uma abelha estilizada.

Nunca pensei que um dos livros mais lidos pelos portugueses, o Código da Estrada de João Catatau, passasse a ter um sinal exclusivo para as abelhas.

O dito sinal de perigo: Passagem de Abelhas, deverá ser adquirido pelo apicultor e colocado em todas as vias públicas que distem menos de dois quilómetros de cada um dos seus apiários. Não deverá ser barata a aquisição de tais sinais, a não ser que as associações se organizem para a respectiva compra conjunta.

A abelha estilizada será muito semelhante à que reproduzo na imagem acima.

Devo dizer que tal estilização escolhida para a abelha é francamente foleira. Parece uma vaca às riscas e ainda por cima com asas, deram grande relevo ao ferrão o que parece acentuar a agressividade do bichinho e que não é verdade.

Mas é a imagem que melhor alerta os condutores para os perigos da circulação numa estrada atravessada por insectos perigosos.

Não tentem dar largas à habitual criatividade dos apicultores e desenharem mamarrachos ainda mais foleiros. Senão ainda é pior a emenda que o soneto, em vez do automobilista se precaver da entrada intempestiva de abelhas em trânsito, despista-se a rir ou assustado pela obra de arte da sua autocriação.

Não esquecer também que os sinais de trânsito em causa, tal como todos os outros são adquiridos em entidades com licenciamento para o efeito e a sua colocação necessita de autorização municipal ou da junta de freguesia.

Mas as coisas não ficam por aqui, a responsabilidade do apicultor não acaba com a colocação do novo sinal de perigo. Postulará a mesma lei que nos meses de maior fluxo de abelhas, o que decerto coincidirá com o período de enxameação ou com o da maior produção de néctar, o apicultor deve permanecer junto à faixa de rodagem, visível e identificado, de modo a obrigar as abelhas a tomar uma altitude de segurança.

Para isso deve estar perfeitamente equipado como para a inspecção das colmeias, vestir um colete fluorescente e… atenção a este pormenor: com o fumigador aceso, fumigando grossas baforadas para o ar, de modo que a canada de abelhas possa ganhar altitude na travessia da estrada, subir acima dos 3 ou 4 metros e assim evitar embater nos veículos que por aí circulem.

Claro que os condutores ingratos e desinformados além de levarem pouco a sério tal demonstração de cidadania ainda nos saúdam da forma que melhor sabem…

Não me parece uma ideia muito feliz. Mas olhemos para o lado positivo: a obrigatoriedade de permanecermos junto à estrada abre-nos um leque de possibilidades como a venda de alguns artigos!

Qual mel qual carapuça! Esqueçam lá o mel, é demasiado óbvio e duvido que algum condutor que se preze encoste na berma da estrada para comprar produtos alimentares a alguém vestido de macacão branco e máscara de rede a deitar fumo para o ar como uma locomotivazinha.
Venda raspadinhas, preservativos, alfinetes de gravata, inove, tenha um rasgo de criatividade e surpreenda quem passe na estrada.

Animem-se lá, pior que isto seria a obrigatoriedade de colocarmos brincos nas abelhas…

Evolução da Apicultura...

Se há assunto sobre o qual detesto escrever é aquele que se segue.

Não é por nenhuma razão especial, apenas o tema me causa algum prurido e detesto divagar acerca de coisas onde não vamos chegar a conclusão nenhuma… ou não. Para todos os efeitos nunca deixaria de o partilhar convosco.

Tudo se passou há cerca de dois meses atrás, aquando da visita a um amigo, descendente e herdeiro de um velho apicultor. Gosto de lá passar, temos por hábito folhear velhos livros e revistas, mexer na sucata antiga: fumigadores, crestadeiras, máscaras… tralha dos tempos pioneiros, coisas do arco da velha, sobre as quais nos dá imenso prazer dissertar.

O espólio é imenso, sempre descobrimos coisas novas, além de um apicultor inveterado o velho era um coleccionador nato. Participava em muitos congressos e encontros de apicultura no estrangeiro de onde regressava carregado de bugigangas. Há quem diga que sublimou avultada herança em tal vício.

Numa dessas tardes de “regressão” apícola, tentava eu tirar um pequeno cortiço do monte de ferro velho quando senti alguma resistência ao desencravá-lo dali. Parecia estar preso a qualquer coisa, o que não faz muito sentido, atendendo à forma cilíndrica da ancestral colmeia.
Com algum cuidado e removendo outros materiais que tinha à volta, consegui libertar o objecto que reproduzo com a máxima fidelidade possível na imagem acima.

É um cortiço, isso eu garanto. Um cortiço com persianas, sim, porque não? Acaso as janelas não as têm também?

Perdoem-me lá, mas este assunto enerva-me, já me desculpei lá atrás. O cortiço não tem persianas, mas aquelas lamelas paralelas unidas por um fio metálico não fazem lembrar outra coisa. Além disso ainda tinha uns quantos apêndices em metal ou madeira, coisas aparentemente disfuncionais, aliás como todo o conjunto.

Uma vez sustidas as gargalhadas entretivemo-nos a disparar palpites acerca da utilidade apícola de tal artefacto. Foram momentos hilariantes e as conclusões eram óbvias: a excentricidade do velho apicultor já nos surpreendera outras vezes, mas isto ultrapassara tudo o que já viramos.

Estávamos nisto quando lá de dentro caiu uma etiqueta, um papel já corroído pelo tempo, ou pelos ratos, onde dificilmente se conseguia ler: “Luxor, Setembro, 1878” entre outros rabiscos indecifráveis. Custou-nos a crer que o dito cortiço fora adquirido no Egipto há mais de um século, mas os diários do velho referiam qualquer coisa nesse sentido, uma feira de antiguidades ou algo do género.

Por mais voltas que déssemos à cabeça não saiu nada que ajudasse a clarificar tal descoberta. Mesmo os impagáveis préstimos de um arqueólogo amigo pouco ou nada ajudaram.

Porque não tirei fotografias? Desapareceu misteriosamente, subtraíram-no do armazém do meu amigo dias antes de eu lá ir com a máquina fotográfica, ainda hoje o lamento.

Porque razão alguém se deu ao incómodo de roubar um cortiço velho? Ainda por cima com o aspecto daquele a que me refiro? Continuem a ler o relato e vão perceber tudo.

Foi então que numa das minhas raras noites de ócio, enquanto me entretinha a explorar o software do computador, ok, ok, enquanto o ligava e desligava pela vigésima oitava vez para o tentar desbloquear, que me ocorreu experimentar uma determinada aplicação do Corel Draw.
Um aplicativo que muito me ajuda nas imagens e esquemas do montedomel: o “Interactive Blend Tool” que nos apresenta uma sequência evolutiva entre duas figuras, objectos, etc, que sujeitemos a essa função:

Ex:

Resolvi sujeitar um cortiço e uma colmeia a essa função, surgiu a sequência evolutiva que vai do cortiço à colmeia e… maravilhem-se: o dito objecto egípcio surgiu-me na sequência, precisamente a quarta figura.

Se acompanharam o meu raciocínio, o velho apicultor comprara um elo perdido da cadeia evolutiva entre o cortiço e a colmeia de quadros móveis. Qual criação de Langstrooth qual nada, Charles Darwin já tinha previsto tudo e nem por isso era apicultor.

As modernas colmeias sofreram um processo evolutivo igual ao de qualquer ser vivo, a selecção natural substituiu a cortiça e os pregos de esteva por madeira e arames, e o meu amigo herdara um Neanderthal das colmeias!!!

Deliciem-se com as subtilezas de tal filogenia: quem nos havia de dizer que o tampo de zinco da caixa de quadros móveis teve a sua origem não no tampo do cortiço, mas precisamente nos três orifícios da entrada rudimentar?

Comprovem vocês mesmo na sequência evolutiva, eu não estou aqui para enganar ninguém:

E ainda dizem que as teorias gradualistas são pouco válidas pela não funcionalidade de alguns elos, lixem-se os saltacionistas, funcional ou não esta porcaria existiu e decerto que a transição esquematizada se há-de ter feito representar por todos os componentes.

Gosto de imaginar as épocas remotas em que bandos de “cortiços de persiana” pulavam felizes atrás dos enxames de abelhas. Teriam os veda luz algum efeito dissuasor sobre os inimigos das abelhas?

E o Programa Apícola Nacional da Pré-história?
Seria assim tão diferente do actual?

E este?

Faz-me lembrar uma piada antiga acerca de um benfiquista que foi ao médico com um sapo sobre a cabeça, mas que o pudor me impede de aqui reproduzir.
Agora a sério, é sim senhor, é mesmo do Homo sapiens destructor que se trata, ora veja lá:

É mais uma evolução possível no Misterioso Mundo do Montedomel. Mas teria a sua graça, se assim fosse, hoje teríamos resistências para todas as charlatanices que trazíamos da farmácia e decerto que vivíamos mais felizes.

Já as hipóteses seguintes são de todo impossíveis, mas há amigos meus que têm equipamentos de inspecção de colmeias muito semelhantes. No entanto devemos tirar ilações curiosas: não podemos confiar muito nos cortiços. Se há bocado os orifícios da entrada evoluíam para o tampo de zinco, agora ficam-se por uma simples luva de cabedal com manguito.

Já a tábua de voo da colmeia me fez temer o pior, só me faltava um fato de macaco com a braguilha aberta, mas acabou no dedo médio que não estando isento de pecado é por definição mais tolerável… ouço dizer…

O fumigador não foi decerto um antepassado do cortiço, pelo menos quando apagado. Reparem na hipótese “em combustão”, como a fumaça se materializa em sovinos de esteva que unem os bordos do caneiro de cortiça.

A evolução das espécies é uma teoria muito versátil, sobretudo quando aplicada à apicultura.
Ora vejam lá se adivinham a próxima:

27 março, 2012

Postura irregular da Rainha ???

Sempre que faço desdobramentos costumo adicionar cinco quadros com lâminas de cera moldada à semicolónia que fica com a rainha.

Como esta se encontra activa e a desdobrei para dentro de uma caixa de dez quadros, convém que as abelhas tenham “substrato” para continuarem a trabalhar e a rainha agradece a cera nova “puxada” para continuar com a postura.

Esta acção até faz mais sentido quando lhes forneço alimento artificial estimulante em grande quantidade, o que tem acontecido.

É habitual também, nestas circunstâncias, encontrar quadros do ninho Lusitanos (enormes) cheios de criação. Por vezes só com ovos, o que indicia uma rainha nova, biologicamente activa e evidentemente com grande capacidade de postura. Chegam a deparar-se-me imagens semelhantes à próxima:

No entanto, este ano, várias foram as vezes em que encontrei quadros desses cheios de criação aproximadamente da mesma idade, mas com vários ovos dentro do mesmo alvéolo. Até vi casos com duas larvas.

É sabido que tal fenómeno é mais comum com rainhas em início de postura, recém-fecundadas ou em rainhas já velhas, no fim da vida útil.
Mas as rainhas com estas condições não têm por hábito, ou por possibilidade, encher quadros Lusitanos inteiros com criação da mesma idade…

Não só me surgiram alvéolos com mais de um ovo como ainda outros fenómenos menos comuns: O padrão da postura ser muito irregular, ou seja, os ovos não estão todos colocados no centro do alvéolo, surgindo alguns mais lateralmente. O padrão de disposição dos ovos mais comum assemelha-se mais à segunda imagem deste post.

A disposição dos ovos na imagem anterior é mais compatível com rainhas velhas ou obreiras poedeiras, mas como já foi dito, estas não têm por hábito posturas tão numerosas e contemporâneas.

E ainda uma terceira anomalia: o aspecto débil dos ovos, cuja extremidade basal aparenta ser afilada, como se o ovo estivesse a degenerar ou a secar.

Marquei alguns quadros onde isto acontece e tentarei acompanhar o desenvolvimento desta postura.

Se as colmeias estivessem fracas de população, sem reservas nutricionais, rainhas velhas ou com anomalias sanitárias, qualquer um destes factores podia justificar tais observações. No entanto nada disso se parece verificar… mistério.

Caso alguém tenha observado situações semelhantes agradeço desde já a partilha de experiências!!!

21 março, 2012

APIOCASIÃO 2012

Texto: Ruben Rogão
Fotos: Manuela Miguel - Macmel

03/03/2012
APIOCASIÃO e JORNADAS DE APICULTURA DA TERRA QUENTE


A Macmel e a Cooperativa de Produtores de Mel da Terra Quente e Frutos Secos voltaram a carimbar com sucesso a organização do II Apiocasião e do VI Seminário Apícola da Terra Quente.

A abertura oficial da feira e das VI Jornadas de Apicultura da Terra Quente, com a presença do Ex.º Sr.º Director Regional da Agricultura, Dr. Manuel Cardoso e pelo Ex.º Sr.º Presidente do Município de Macedo de Cavaleiros, Eng. Beraldino Pinto, acompanhados pelo Presidente da Cooperativa de Produtores de Mel da Terra Quente Sr. Domingos Carneiro, pelo Presidente da FNAP Sr. Manuel Gonçalves e pelo Gerente da empresa Macmel, Francisco Rogão.

Mais uma vez se dirigiram a Macedo de Cavaleiros mais de duas centenas de apicultores oriundos de todo o país e estrangeiro, onde a troca de experiências e a participação activa nas Jornadas de Apicultura da Terra Quente, organizadas em parceria com a Cooperativa de Apicultores de Mirandela, foram a tónica dominante.

A temática das jornadas abordou assuntos como os produtos da colmeia, pólen, própolis e cera, higiene e segurança no trabalho, associativismo, alimento artificial, classificação e certificação de méis.

De assinalar a participação dos apicultores presentes, cuja avidez por novos conhecimentos demonstra perfeitamente o espírito de um sector que se procura modernizar e estar à altura dos maiores desafios, apesar das circunstâncias menos propícias da conjuntura actual. Por outro lado, este é também um dos eventos privilegiados para reencontrar os amigos e encetar novas amizades.

A par das palestras de apicultura, a Apiocasião, exposição e venda de equipamentos apícolas, bem como de artesanato, produtos regionais, tasquinhas e muitos outros atractivos, esteve sempre bastante “povoada” ou não fosse o número crescente de visitantes que se tem registado.

A animação, a cargo da Rádio Onda Livre, foi uma constante no recinto do evento, não só pelas razões já apresentadas como também pela presença de um palco com karaoke e insufláveis para os “apicultores” mais novos.


Este ano houve mais uma novidade que foi o concurso de fotografia, com a participação de 43 fotos excelentes vindas de todo o país.

O júri foi o público em geral, e as fotos mais votadas foram a n.º 28, a n.º 22 e a n.º 13, pertencentes a:

1º Lugar foto n.º 28 – Sr. Adriano Alves

2º Lugar foto n.º 22 – Sr. Vitor Ferreira

3º Lugar foto n.º 13 – Sr. Filipe Dionisio

Os prémios: 1º Lugar fato de apicultor; 2º Lugar casaco c/ macara quadrada e o 3º lugar um par de luvas de cabedal.


JANTAR APÍCOLA MULTISSABORES

O sempre esperado convívio gastronómico contou mais uma vez com algumas dezenas de apicultores que degustaram as magníficas especialidades oferecidas pela Macmel: os já tradicionais caldo verde e cabidela de galinha, e diga-se que mais uma vez estavam “de se lhe tirar o chapéu…”.

Tal como no ano passado, os participantes fizeram-se acompanhar de produtos regionais das respectivas origens, o que conferiu um saboroso colorido ao já animado banquete.

E a conversa…, claro está, nada identifica ou anima mais um apicultor que a troca de impressões sobre o seu tema predilecto: as abelhas, o mel, a sanidade apícola e os medicamentos, os enxames, as rainhas… o costume, ainda por cima aquecidos pelos excelentes vinhos que por lá apareceram.

04/03/2012
INAUGURAÇÃO DO MUSEU DO MEL E DA APICULTURA


Aconteceu nas instalações da Macmel, Em Macedo de Cavaleiros, onde se demarcou uma das divisões para exposição permanente e evolutiva de materiais e equipamentos que foram usados na apicultura ao longo dos tempos.

O espaço magnificamente decorado com apiários e colmeias tradicionais, entre outros materiais, conta também com livros antigos de apicultura, curiosidades apícolas e outras surpresas. Está vocacionado para receber visitantes cuja vontade de desvendar “O Segredo da Abelha” encontrará aqui a resposta a todas as questões.

Segundo a Macmel são já várias as escolas que demonstraram interesse em visitar o museu, o que decerto será motivo de grande alegria para as crianças da região.

INAUGURAÇÃO DO MUSEU VIVO DA APICULTURA

Outra das surpresas do fim-de-semana: Na Serra de Bornes, numa bonita paisagem desta localidade, a Macmel reabilitou um apiário desactivado e transformou-o no Museu Vivo da Apicultura, onde os visitantes podem assistir (sem riscos) ao desenrolar das principais etapas do maneio apícola.

Para tal foi construída uma colmeia gigante onde através da segurança de um vidro, miúdos e graúdos podem assistir em primeira mão à magia do “Mundo das Abelhas”, dispondo inclusivamente de uma enorme colmeia de observação no interior das instalações.

Colmeia gigante? Afinal parece ser uma colmeia igual a todas as outras... ou não?

Ou há um erro de perspectiva ou a colmeia não é tão normal assim...

Afinal a colmeia é mesmo GIGANTE!!! é enorme!!!

Para completar o quadro ainda há um muro apiário em pedra, com cortiços povoados, colmeias de diversas origens, um palco para palestras e formações de apicultura e um sem número de surpresas que já disponíveis, em construção ou planeadas, irão decerto satisfazer da melhor forma possível a curiosidade que todos temos por esses magníficos insectos – as abelhas!!!

À noite, no museu...

Fica também o convite para a visita do museu à noite, as estruturas que estamos habituados a ver durante o dia ganham outra dimensão, outra magia.

Desde o passado dia 04 de Março, que o Museu do Mel e da Apicultura, tem as portas abertas na cidade de Macedo de Cavaleiros, onde aguardamos a vossa visita !!!

16 março, 2012

DuZoo - Alimentação Estimulante para Apis mellífera

Um post muito interessante sobre Alimentação Estimulante para Abelhas, no blog de apicultura DuZoo, de Ozorio Gonçalves Jr.

http://duzoo.blogspot.com/2012/03/alimentacao-estimulante-para-apis.html